terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Bill Gates prevê medicamentos «milagrosos» contra a sida em 2030

ONTEM às 11:00
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Bill Gates prevê medicamentos «milagrosos» contra a sida em 2030

Duas novas ferramentas de combate à sida devem estar disponíveis até 2030, na forma de vacina e de novos tratamentos intensivos com medicamentos, disse o fundador da Microsoft, Bill Gates, num evento no Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça.


Gates, cuja fundação de filantropia destina milhões de dólares à pesquisa médica, afirmou que «dois milagres» devem ser alcançados nos próximos anos e devem acabar com a maior parte dos casos de uma doença que já matou milhões de pessoas nos últimos 30 anos.
«Estamos muito optimistas de que neste período de 15 anos vamos conseguir obter estas duas ferramentas», disse Gates, durante uma palestra em Davos.

Labesfal Mercado de genéricos estabilizou em 2014

Labesfal Mercado de genéricos estabilizou em 2014

O diretor- geral da empresa de medicamentos Labesfal Genéricos, Ismael Gomes, considerou hoje que o mercado nacional de genéricos estabilizou ao longo do ano de 2014, contrastando com o crescimento verificado em 2013.
ECONOMIA
Mercado de genéricos estabilizou em 2014
Lusa
"Infelizmente, o mercado de genéricos mostrou tendência para estabilidade, ao invés do crescimento ocorrido no ano anterior. Verificou-se ainda retração em alguns meses específicos, fruto de questões pontuais, como a alteração de margens", alegou.
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Em resposta a algumas questões da agência Lusa, Ismael Gomes, explicou que 2014 foi um ano de intenso trabalho de reorganização e adaptação ao mercado por parte da nova estrutura Labesfal, que conseguiu "resultados positivos e proporcionais ao volume de negócios de 2013, com cerca de 14 milhões de euros".
"Em 2014, tivemos um crescimento do volume, embora abaixo das nossas expectativas, sobretudo devido aos condicionalismos do mercado nacional, com abrandamento dos medicamentos genéricos, mas também da área internacional, em territórios de instabilidade imprevista, como a Líbia e o norte do Iraque", acrescentou.
Já no mercado internacional, em 2014, a Labesfal atingiu 20 por cento do seu volume total com as exportações, sendo os seus principais clientes originários sobretudo de África (Angola, Cabo Verde e Guiné Equatorial) e do Médio Oriente (Iraque e Arábia Saudita).
"Estamos expectantes relativamente a diversos países da África francófona - Costa do Marfim, Camarões, Congo, Gabão e Senegal -, onde devemos começar as operações ainda no primeiro trimestre de 2015, assim como no território de Macau. Por outro lado, embora com um maior atraso face aos restantes, estamos a finalizar contratos com Cuba e Colômbia", revelou.
O diretor-geral da Labesfal destacou ainda para 2015 a empresa de medicamentos genéricos está a contar com "um crescimento sustentado", nos mercados nacional e internacional, apesar de antever a continuação de condições difíceis de mercado, "com variáveis macroeconómicas ainda muito negativas para o crescimento e desenvolvimento desejado do país".
"Por um lado, temos diversos novos mercados a abrir no decorrer deste ano e, por outro lado, contamos ter uma melhor penetração do mercado nacional este ano, coadjuvado pelos novos lançamentos previstos (mais de 20 moléculas em pipeline)", evidenciou.
De acordo com Ismael Gomes, a Labesfal mantém-se no topo das empresas de genéricos, com um dos maiores portefólios em Portugal, com mais de 105 moléculas em comercialização.
"A empresa mantém a sua aposta em figurar no top 10 das empresas de genéricos e, em simultâneo, explorar novos mercados internacionais, que deverão continuar a ser um forte potencial de crescimento e garantia de acesso a maiores volumes", referiu.
À Lusa, avançou ainda que estão a preparar o lançamento de novos produtos em 2015, não só lançamentos de mercado (novas moléculas após perda de patente), mas também lançamentos de portefólio (produtos de nicho e sem genéricos disponíveis), "de forma a que todos possam usufruir da possibilidade de escolha, de um tratamento eficaz mas a preços justos".

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Anvisa proíbe venda de quatro medicamentos após denúncias

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou nesta quarta-feira (20) a suspensão da venda e distribuição de quatro medicamentos produzidos pelo Laboratório Teuto Brasileiro. Em vez dos remédios anunciados, embalagens apresentavam outros medicamentos e até mesmo parafuso.

Os casos foram descobertos depois de denúncias de consumidores. Entre os produtos estavam analgésicos e pomadas para tratamento de fungos. A proibição está presente em resolução da Anvisa publicada no Diário Oficial da União de hoje.

O lote 1998101, do Paracetamol 500 mg, produzido pelo Laboratório Teuto, foi suspenso depois de um consumidor ter identificado em uma das embalagens a presença de um parafuso em lugar do comprimido. A validade do lote é novembro de 2015. A denúncia foi feita ao Procon. A empresa, que já iniciou o recolhimento voluntário do lote, informou que o produto foi distribuído em Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Remédio para a AIDS chega aos estados

Novo remédio, composto por Tenofovir, Lamivudina e Efavirenz, deve atender cerca de 100 mil pacientes com o vírus HIV

O DIA
Brasília - A partir da semana que vem, todos os estados brasileiros começarão a receber o medicamento 3 em 1 para o tratamento da Aids, informou ontem o Ministério da Saúde. O novo remédio, composto por Tenofovir, Lamivudina e Efavirenz, deve atender cerca de 100 mil pacientes com o vírus HIV. Amazonas e Rio Grande do Sul, que têm maiores taxas de detecção da doença, recebem o 3 em 1 desde o mês de novembro.
De acordo com o ministro Arthur Chioro, a dose tripla vai melhorar a adesão dos portadores ao tratamento. “Além de ser de fácil ingestão, o medicamento tem como vantagem a boa tolerância pelo paciente, pois significa a redução do número de comprimidos”, afirmou ele. O ministério investiu R$ 36 milhões na compra dos 7,3 milhões de comprimidos. O estoque vai suprir a demanda pelo remédio pelos próximos 12 meses.